Monotheist (2006).
Em 1984 na Suíça surge uma banda que se tornaria precursora do mais polêmico dos subgêneros do Rock, o Black Metal. Desde sua origem até a época atual, o Celtic Frost já passou por vários gêneros diferentes. Indo desde um Black Metal mais cru misturado ao Thash ( em 1985, fase que lançou seu disco de maior sucesso, o To Mega Therion) até o Avant-Garde Metal e o Glam Metal. A fase Avant-garde Metal foi o álbum Into the Pandemonium de 1986, que chocou os fãs mais antigos ao misturar em uma base Death Metal elementos de Hip Hop e violino. Falar nisso essa banda é considerada a primeira a fazer um álbum desse gênero. O Monotheist, seu trabalho mais recente, é considerado como um álbum de Doom, Black Metal. Porém sua mistura sombria e extrema não segue as fórmulas de nenhum desses dois gêneros. É um disco bem diferente. Vale a pena dar uma conferida.
01. Progeny
02. Ground
03. A Dying God Coming Into Human Flesh
04. Drown In Ashes
05. Os Abysmi Vel Daath
06. Obscured
07. My Domain Of Decay
08. Ain Elohim
9. Incantation Against
10. Synagoga Satanae
11. Winter (Requiem)
Música experimental, Avant-Garde, de vanguarda. Música não comercial. Sons estranhos, diferentes, originais.
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Type O Negative
Dead Again (2007)
O som do Type O Negative é um Doom Metal que nada tem a ver com Metal extremo. Apesar das guitarras pesadas e lentas ele não se distancia muito do Heavy Metal tradicional. O grupo se assemelha um pouco a Black Sabbath, ou seja, lembra um pouco Heavy Metal antigo, não espere nada excessivamente pesado aqui. Esse álbum, que vem com uma foto do ocultista russo Rasputin na capa, foi o último trabalho do grupo. A banda chegou ao final por causa do falecimento do vocalista, Peter Steele, por causa de um ataque cardíaco aos 48 anos. Peter na minha opinião foi um vocalista que se destacava no meio, pois tinha uma voz bem grave e nas músicas ele fazia um monte de efeitos interessantes com sua voz.
01. Dead again
02. Tripping a blind man
03. The profits of doom
04. September sun
05. Halloween in heaven
06. These three things
07. She burned me down
08. Some stupid tomorrow
09. An ode to locksmiths
10. Hail and farewell to britain
O som do Type O Negative é um Doom Metal que nada tem a ver com Metal extremo. Apesar das guitarras pesadas e lentas ele não se distancia muito do Heavy Metal tradicional. O grupo se assemelha um pouco a Black Sabbath, ou seja, lembra um pouco Heavy Metal antigo, não espere nada excessivamente pesado aqui. Esse álbum, que vem com uma foto do ocultista russo Rasputin na capa, foi o último trabalho do grupo. A banda chegou ao final por causa do falecimento do vocalista, Peter Steele, por causa de um ataque cardíaco aos 48 anos. Peter na minha opinião foi um vocalista que se destacava no meio, pois tinha uma voz bem grave e nas músicas ele fazia um monte de efeitos interessantes com sua voz.
01. Dead again
02. Tripping a blind man
03. The profits of doom
04. September sun
05. Halloween in heaven
06. These three things
07. She burned me down
08. Some stupid tomorrow
09. An ode to locksmiths
10. Hail and farewell to britain
sexta-feira, 29 de julho de 2011
The Prophecy
Into the Light (2009).
Mais uma excelente banda de Doom Death Metal, estilo esse que adiciona os guturais brutais do Death Metal a aura melancólica e as músicas de ritmo lento do Doom Metal. A britânica The Prophecy na maior parte do tempo executa um som brutal digno de uma banda de Metal extremo, porém há duas excessões, as faixas Echoes e Hope só possuem vocal limpo e por isso são bem mais leves, elas exploram o lado mais melancólico do Doom Metal. Outro detalhe interessante do álbum é a participação do violoncelista Steph Boyle que dá um clima ainda mais dark em algumas faixas. Apesar do álbum conter em sua maioria músicas com influência de Death Metal em todas elas há vocais limpos, fazendo um contraste bem interessante.
1. Into The Light 06:57
2. Don't Forget 04:24
3. Delusion 05:36
4. Echoes 09:45
5. Belief Means Nothing 06:06
6. All Is Lost 05:10
7. Waters Deep 10:44
8. Hope 08:56
Mais uma excelente banda de Doom Death Metal, estilo esse que adiciona os guturais brutais do Death Metal a aura melancólica e as músicas de ritmo lento do Doom Metal. A britânica The Prophecy na maior parte do tempo executa um som brutal digno de uma banda de Metal extremo, porém há duas excessões, as faixas Echoes e Hope só possuem vocal limpo e por isso são bem mais leves, elas exploram o lado mais melancólico do Doom Metal. Outro detalhe interessante do álbum é a participação do violoncelista Steph Boyle que dá um clima ainda mais dark em algumas faixas. Apesar do álbum conter em sua maioria músicas com influência de Death Metal em todas elas há vocais limpos, fazendo um contraste bem interessante.
1. Into The Light 06:57
2. Don't Forget 04:24
3. Delusion 05:36
4. Echoes 09:45
5. Belief Means Nothing 06:06
6. All Is Lost 05:10
7. Waters Deep 10:44
8. Hope 08:56
sábado, 7 de maio de 2011
Swallow the Sun
Hope (2007)
Se é da Finlândia é bom!!
Costumo gostar de bandas de Metal cheias de contrastes. Partes calmas misturadas com partes brutais normalmente dão como resultado final algo interessante. A finlandesa Swallow the Sun me chamou bastante atenção por causa disso. Outra coisa que me despertou a curiosidade pro grupo foi o nome deles. "Engula o Sol". Um título que não deve ser levado ao pé da letra. Basta entender que o Swallow the Sun segue o pessimismo tipico do seu gênero, o Doom Metal.
Guitarras lentas e pesadas acompanhadas por um vocal gutural que de tão grave fica quase impossível de entender o que o vocalista está dizendo. Apesar das partes de vocal melódico, não raramente o grupo adentra pelo Funeral Doom. Uma variação extremamente lenta e pesada do Doom Metal. Algo que pode ser visto na Doomed to Walk the Earth. Por falar nessa música, a letra dela é bem gótica. Fala sobre uma pessoa condenada a passar a eternidade vagando na Terra longe da pessoa amada. O nome desse álbum, Hope, "esperança", é na verdade uma ironia.
01. Hope
02. These Hours Of Despair
03. The Justice Of Suffering (participação do vocalista do Katatonia)
04. Don't Fall Asleep (Horror Pt. 2)
05. Too Cold For Tears
06. The Empty Skies
07. No Light, No Hope
08. Doomed To Walk The Earth
09. These Lowlands
Se é da Finlândia é bom!!
Costumo gostar de bandas de Metal cheias de contrastes. Partes calmas misturadas com partes brutais normalmente dão como resultado final algo interessante. A finlandesa Swallow the Sun me chamou bastante atenção por causa disso. Outra coisa que me despertou a curiosidade pro grupo foi o nome deles. "Engula o Sol". Um título que não deve ser levado ao pé da letra. Basta entender que o Swallow the Sun segue o pessimismo tipico do seu gênero, o Doom Metal.
Guitarras lentas e pesadas acompanhadas por um vocal gutural que de tão grave fica quase impossível de entender o que o vocalista está dizendo. Apesar das partes de vocal melódico, não raramente o grupo adentra pelo Funeral Doom. Uma variação extremamente lenta e pesada do Doom Metal. Algo que pode ser visto na Doomed to Walk the Earth. Por falar nessa música, a letra dela é bem gótica. Fala sobre uma pessoa condenada a passar a eternidade vagando na Terra longe da pessoa amada. O nome desse álbum, Hope, "esperança", é na verdade uma ironia.
01. Hope
02. These Hours Of Despair
03. The Justice Of Suffering (participação do vocalista do Katatonia)
04. Don't Fall Asleep (Horror Pt. 2)
05. Too Cold For Tears
06. The Empty Skies
07. No Light, No Hope
08. Doomed To Walk The Earth
09. These Lowlands
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Avrigus
Beauty and Pain (2010).
Aprecio muito bandas que seguem todas as fórmulas do seu gênero sem pegar influências externas e mesmo assim conseguem fazer um trabalho original e criativo. No álbum Beauty and Pain o Avrigus em momento algum sai do metal gótico, mesmo assim seu trabalho se destaca entre tantas bandas do gênero. Instrumentos sinfônicos aliados ao vocal feminino criam uma aura atmosférica muito interessante. Apesar de também serem classificados como Doom Metal, graças as guitarras lentas e pesadas, em nenhum momento o grupo se aventura pelo Metal extremo. O que, nesse caso, só iria estragar a aura atmosférica e melancólica que o grupo consegue expor.
1. Beauty and Pain
2. Mudita
3. A Banquet of Souls
4. Shamaatah
5. Reborn
Músicas nada comercias, que variam entre cinco e sete minutos. É até difícil destacar alguma música já que são todas muito boas e o álbum é tão curto. Beauty and Pain e A Banquet of Souls são as que eu mais gostei. Porém a instrumental Mudita também merece destaque. É raro ver um grupo de Doom/Gótico executando uma faixa instrumental. Mas nesse caso ficou perfeita.
Aprecio muito bandas que seguem todas as fórmulas do seu gênero sem pegar influências externas e mesmo assim conseguem fazer um trabalho original e criativo. No álbum Beauty and Pain o Avrigus em momento algum sai do metal gótico, mesmo assim seu trabalho se destaca entre tantas bandas do gênero. Instrumentos sinfônicos aliados ao vocal feminino criam uma aura atmosférica muito interessante. Apesar de também serem classificados como Doom Metal, graças as guitarras lentas e pesadas, em nenhum momento o grupo se aventura pelo Metal extremo. O que, nesse caso, só iria estragar a aura atmosférica e melancólica que o grupo consegue expor.
1. Beauty and Pain
2. Mudita
3. A Banquet of Souls
4. Shamaatah
5. Reborn
Músicas nada comercias, que variam entre cinco e sete minutos. É até difícil destacar alguma música já que são todas muito boas e o álbum é tão curto. Beauty and Pain e A Banquet of Souls são as que eu mais gostei. Porém a instrumental Mudita também merece destaque. É raro ver um grupo de Doom/Gótico executando uma faixa instrumental. Mas nesse caso ficou perfeita.
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