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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Celtic Frost

Monotheist (2006).

Em 1984 na Suíça surge uma banda que se tornaria precursora do mais polêmico dos subgêneros do Rock, o Black Metal. Desde sua origem até a época atual, o Celtic Frost já passou por vários gêneros diferentes. Indo desde um Black Metal mais cru misturado ao Thash ( em 1985, fase que lançou seu disco de maior sucesso, o To Mega Therion) até o Avant-Garde Metal e o Glam Metal. A fase Avant-garde Metal foi o álbum Into the Pandemonium de 1986, que chocou os fãs mais antigos ao misturar em uma base Death Metal elementos de Hip Hop e violino. Falar nisso essa banda é considerada a primeira a fazer um álbum desse gênero. O Monotheist, seu trabalho mais recente, é considerado como um álbum de Doom, Black Metal. Porém sua mistura sombria e extrema não segue as fórmulas de nenhum desses dois gêneros. É um disco bem diferente. Vale a pena dar uma conferida.
01. Progeny
02. Ground
03. A Dying God Coming Into Human Flesh
04. Drown In Ashes
05. Os Abysmi Vel Daath
06. Obscured
07. My Domain Of Decay
08. Ain Elohim
9. Incantation Against
10. Synagoga Satanae
11. Winter (Requiem)

domingo, 28 de agosto de 2011

Agathodaimon

Phoenix (2009)

A primeira coisa que me chamou a atenção nesse álbum é a belíssima capa. Descobri ela no site Deviant Art enquanto procurava por desenhos darks feitos no photoshop. Foi a partir da capa que conheci essa banda. A Agathodaimon executa o Black Metal melódico. O vocal gutural rasgado aqui é predominante, mas há vocal melódico para amenizar um pouco a brutalidade sonora. O instrumental também não é tão brutal como o de uma banda de Black tradicional. Os riffs de guitarra são mais melódicos. O uso de teclado também ajuda muito na tarefa de tornar o som menos pesado. Devido a seu lado mais melódico há alguns sites que os rotulam como uma banda de Gothic Black Metal. Das músicas disponíveis nesse CD destaco as faixas "Heliopolis" e "Winterchild".
1. "Heliopolis" 4:36
2. "Devil's Deal" 4:33
3. "Decline" 5:33
4. "Ground Zero" 4:47
5. "Ghost of a Soul" 4:30
6. "Winterchild" 5:34
7. "Time Is the Fire" 4:59
8. "To Our Ashes" 6:50
9. "Amongst the Vultures" 3:22
10. "Oncoming Storm" 6:26
11. "Throughout the Fields of Unshaded Grace" 5:10
12. "Grey Whisper" 6:50
13. "Alone in the Dark (Death Angel's Shadow)" 4:44
14. "Alone in the Dark (Soundtrack Version)" 4:53

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Dimmu Borgir

Abrahadabra (2010).

A banda norueguesa Dimmu Borgir é uma das principais dentro do cenário do Black Metal. Tal posição não foi conquistada de graça. O grupo é responsável por tornar o Black Metal um som mais comercial, amenizando aquele som cru feito pelas primeiras bandas do gênero adicionando elementos sinfônicos e algumas passagens de som mais melódico. Nesse Abrahadabra o Dimmu Borgir inova mais uma vez ao contratar uma orquestra pra tocar com eles. Todas as músicas são acompanhadas pela Norwegian Radio Orchestra. Fazendo com que esse trabalho unisse a música clássica com o Metal extremo, tornando o resultado final bem mais sombrio do que pesado.

Abrahadabra é um álbum conceitual dedicado ao famoso ocultista Alester Crowley. Além da adição da orquestra uma grande diferença em relação aos álbuns anteriores da banda é a ausência do vocalista ICS Vortex, que era responsável pelos vocais melódicos. Na minha opinião ele fez muita falta, pois adoro sua voz. Em seu lugar contrataram Agnete Kjølsrud da banda Djerv pra cantar junto de Shagrath. Das músicas do álbum destaco a Gateways e a Ritualist. Outra coisa interessante desse CD é a música Perfect Strangers, um cover do Deep Purple que ficou tão diferente da versão original que ficou até engraçado.
01.Xibir
02.Born Treacherous
03.Gateways
04.Chess With The Abyss
05.Dimmu Borgir
06.Ritualist
07.The Demiurge Molecule
08.A Jewel Traced Through Coal
09.Renewal
10.Endings And Continuations
11.Gateways (Orchestral Version)
12.Perfect Strangers (Deep Purple Cover)

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Darzamat

Solfernus’ Path (2009)

Essa banda pode até não ter o som mais original do mundo. O Darzamat pratica aquela batida formula de se contrastar vocal melódico feminino com o masculino. A temática é aquele "blábláblá trevoso" de sempre. Apesar disso a primeira faixa desse álbum, a False Sleepwalker, me viciou de tal maneira que não consigo ficar sem ouvi-la no meu MP4 umas quatro, cinco vezes.
1. False Sleepwalker
2. Vote For Heresy
3. Final Conjuration
4. Pain Collector
5. Gloria Inferni
6. Solfernus' Path
7. Lunar Silhouette
8. King Of Burning Anthems
9. Chimera
10. A Mesmeric Séance

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Woods of ypres

 The Green Album (2009)

Woods of Ypres é uma banda canadense que não sei o porque é rotulada como Melodic Black Metal nos blogs e sites que visitei. Tal classificação deve ter sido feita com base nos álbuns antigos. Tudo bem que aqui também encontramos os vocais rasgados do Black, mas ele é bem discreto. O predominante mesmo são os vocais melódicos, sendo que um deles é bem grave. Destacando nesse quesito o início da faixa Don’t Open The Wounds, uma das minhas favoritas. O instrumental aqui também é bem interessante, as vezes lembrando um pouco Doom Metal por causa de seu ritmo lento e pesado. As letras da músicas desse grupo falam sobre natureza e sentimentos.
1. Shards of Love
2. Everything I Touch Turns to Gold (Then to Coal)
3. By the Time You Read This...I Will Already be Dead
4. I Was Buried... in Mount Pleasant Cemetery
5. Dirty Window of Opportunity
6. And I Am Pining (For You)
7. Wet Leather
8. Suicide Cargoload (Drag that Weight!)
9. Halves and Quarters
10. You Are Here With Me (In This Sequence of Dreams)
11. Retrosleep (In the Morning Calm)
12. Don’t Open The Wounds
13. Natural Technologies
14. Mirror Reflection
15. The Long Life in the Limbo Union
16. Move On! (The Woman Will Always Leave the Man)

terça-feira, 12 de julho de 2011

Eyes Of Noctum

Inceptum (2009)

O figura ao lado de Nicolas Cage é nada mais nada menos que seu filho, Weston Cage. O filho do famoso ator é vocalista de uma banda de Black Metal chamada Eyes of Noctum. O som do Eyes of Noctum se enquadra nos gêneros Melodic e Symphonic Black Metal. A banda é inspirada em grupos como o Dimmu Borgir. Resumindo, aqui você irá ouvir um Black Metal mais comercial, com músicas curtas e que maneram no peso.
1. Inceptum 02:26
2. Eyes of Noctum 04:13
3. Devil's Wind 03:15
4. God's Second Hand 05:00
5. Declaration of War 03:06
6. Thy Fire Within 05:08
7. The Renaissance Prosperity 04:58
8. Venomous Desire 03:42
9. Annihilate 03:44
10. Garden of Temptation 04:34
11. Phantasma Nocturna 05:48

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Le Grand Guignol

The Great Maddening (2007)


Le Grand Guignol é mais uma banda que executa o exótico Avant Garde Black Metal. Seu nome é inspirado em um circo de horror que existiu na realidade na França até a década de 1960. O nome não podia ser mais acertado. Le Grand Guignol mantém uma aura circense pertencente em tantas bandas de Avant Garde. Só que dando enfase aos vocais rasgados vindos do Black Metal.  Efeitos estranhos como, por exemplo, vocal distorcido ou repetição de uma parte da música em diferentes velocidades são comuns aqui. Uso de instrumentos sinfônicos e efeitos eletrônicos dão um toque especial.

O Vocalista é Philip Breuer, o Guitarrista e baixista Patrick Damiani e o Baterista Michel Spithoven são também da banda Falkenbach. O Le Grand Guignol me lembrou bastante outra banda de AGBM, a Transcending Bizarre? Logo se você gostou dessa banda pode gostar da Guignol também.
1. Circus Lausenheyser
2. Degenesis
3. Dimension: Canvas
4. Mens Insana In Corpore Insano
5. Madness And Her Thousand Young
6. I, Who Brought Forth Myself
7. In Ardent Vendetta
8. An Entrance To The Epic Within
9. Alsuntia
10. Lucilinburhuc
11. Pallida Mors: A Requiem

sábado, 7 de maio de 2011

Shinning

Black Jazz (2010)

Apesar das máscaras não se trata do Slipknot. O Shinning norueguez (sim, pois tem várias outras bandas com esse mesmo nome) executa um Black Metal bem diferente. Com muita influência de Jazz (principalmente na HELTER SKELTER) e eletrônica, o grupo faz um som caótico, experimental e de difícil audição até mesmo pra quem já está acostumado com o Metal extremo. Seu estilo de música fez com que se enquadrassem nos rótulos Avant-Garde Black Metal e Noise. Esse última classificação fica evidente ao se escutar qualquer música do grupo.
1. The Madness And The Damage Done, Pt. 1
2. Fisheye
3. Exit Sun, Pt. 1
4. Exit Sun, Pt. 2
5. HELTER SKELTER
6. The Madness And The Damage Done, Pt. 2
7. Blackjazz Deathtrance
8. Omen
9. 21St Century Schizoid Man (King Crimson Cover) (vocal convidado, Grutle Kjellson do Enslaved)

sábado, 30 de abril de 2011

kvelertak

kvelertak (2010)

A Noruega foi o berço do mais controverso dos subgêneros do Rock, o Black Metal. Os noruegueses por serem mestres no assunto executam esse estilo das mais diferentes formas possíveis. Com uma levada mais melódica ou mais experimental ou mais brutal ou mais sinfônica.

Kvelertak é uma banda que usa o Black Metal de uma maneira diferenciada. Seguindo os passos de bandas como a Darkthrone o grupo é um dos pouquíssimos a usar o rotulo Black n´Roll. Eles põem o vocal rasgado do Black em melodias com instrumental baseado no Hard Rock, no Punk e as vezes até no Southern Rock. O resultado acaba por lembrar um pouco Deathcore, mas é bem mais criativo. Essa banda tem identidade.

1. Ulvetid 03:30
2. Mjød 02:31
3. Fossegrim 03:33
4. Blodtørst 03:38
5. Offernatt 04:30
6. Sjøhyenar (Havets Herrer) 04:50
7. Sultans of Satan 04:35
8. Nekroskop 05:10
9. Liktorn 05:35
10. Ordsmedar av Rang 04:27
11. Utrydd dei Svake 06:23

Com letras sempre em norueguês. A banda fala sobre mitologia nórdica, uma temática bem batida pelo lado de lá. Destaco as músicas Mjød e Sultans of Satan.

domingo, 3 de abril de 2011

Wormfood

France (2005)

O gênero Avant-Garde Metal, ou Metal experimental, possui uma significativa quantidade de bandas que usam como base o Black Metal. Dando origem ao rótulo Avant-Garde Black Metal. Bandas de AGBM abusam dos guturais rasgados e do instrumental pesado. Aliado a isso há o uso de muitos elementos incomuns que geralmente são oriundos da música clássica, do Jazz ou da eletrônica. Imagine um Black Metal cheio de passagens inusitadas e efeitos estranhos. Porém há quem critique o gênero acusando-o de ter uma "criatividade forçada".
A francesa Wormfood é uma dessas bandas de AGBM. A diferença já começa quando a gente percebe que o inglês não é o único idioma usado aqui, eles também cantam em francês. Fazendo uma alternância entre os dois idiomas. Ouvir o rasgado do Black Metal sendo usado em francês é algo interessante já que 99,9% das bandas de Metal extremo optam pelo inglês.

1. Leçon De Français / French Lesson 02:05
2. Bum Fight 05:34
3. Ecce Homo 00:58
4. TEGBM (Fantaisie Galante Du Grand Siècle) 04:35
5. Daguerréotype 01:00
6. Miroir De Chair 07:21
7. Comptine 00:54
8. Vieux Pédophile 06:03
9. Dark Mummy Cat 04:43
10. Death Equal To Nothing 07:17
11. Love At Last 06:42

Essa não é uma banda AGBM com inspiração sinfônica ou Jazzística. As partes inusitadas se mostram através de alguns efeitos eletrônicos e muitas partes de narração. Há quem os rotule como uma banda de Progressive Extreme Metal. Nome complicado esse que tem a ver com as canções compridas e com muita variação de ritmo. Vocais melódicos não são muito usados, mas estão presentes. Quando raramente aparecem me fazem lembrar no vocal do Rammstein.

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